Gratidão, fonte de felicidade

Gratidão, fonte de felicidade

Sermos agradecidos pelo que somos e por tudo o que recebemos em nossa vida é um dos segredos da felicidade. Um olhar sobre nosso presente e nosso passado nos mostra o quanto devemos ser gratos por tudo o que recebemos. De Deus, recebemos a vida; de nossos pais, nosso corpo, alimentação, amor e carinho. Desde pequeninos, os seres humanos dependem dos outros para sobreviver, em especial das próprias mães.

A gratidão nos torna mansos de coração, mais compreensivos e menos egoístas. Sua prática fortalece nossos corações e nos torna mais fortes para enfrentar momentos difíceis. Em seu livro Convite à Felicidade*, o mestre Ryuho Okawa nos ensina que “a gratidão é capaz de levantar nossos ânimos mesmo quando estamos em ambientes negativos, com poucos motivos para nos sentirmos gratos – por exemplo, diante de circunstâncias difíceis ou de sofrimentos físicos”.

Okawa nos aconselha a formular frases de gratidão para repetir diante de situações rotineiras: “agradeço por estar vivo hoje”; “apesar das dificuldades e dos problemas, o dia de hoje é uma dádiva”; “que bom que o sol ainda continua a brilhar”; “consegui perseverar por mais um dia”; ou “amanhã será um novo dia”.

“A gratidão realmente surge quando retornamos ao passado, ao início da nossa vida neste mundo… A maioria das pessoas não percebe que recebeu tantas coisas desde a infância – roupas, comida, um lar para morar, educação, amigos, ajuda financeira, presentes e, acima de tudo, a esperança de ter um futuro brilhante. Tudo isso são as dádivas com as quais temos sido abençoados. Mas, apesar disso tudo, muitos de nós formamos uma autoimagem negativa e desenvolvemos o hábito de reclamar do que nos falta na vida”, afirma Okawa, lembrando que a prática da gratidão fará você “abrir os olhos para a abundância de amor que já recebeu”

Photo by Cristian Newman on Unsplash

Do livro Convite À Felicidade - 7 Inspirações do Seu Anjo Interior (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

Plante agora para colher após a crise

Plante agora para colher após a crise

As sementes do futuro estão no presente. A economia vai acabar se recuperando. Então, você deve investir já em algo que lhe traga lucro quando isso ocorrer. Comece descobrindo o valor de investir em si mesmo, dando maior importância ao desenvolvimento de suas capacidades. Ou, se você tem uma família, invista na educação dos filhos. Este também será um investimento altamente lucrativo.

Lembre-se de que apenas aqueles que são capazes de sobreviver em tempos difíceis, mantendo o entusiasmo, é que têm condições de se tornar líderes na próxima era. Se você ocupa um cargo executivo ou tem seu próprio negócio, tenha consciência de que o período de crise econômica oferece uma oportunidade para reavaliar todos os processos da sua empresa, buscando melhorias – ainda que pequenas. Analise suas operações e promova uma poda em seu negócio, deixando de lado produtos ou serviços que não atendem às necessidades dos seus clientes.

Procure sempre cultivar as sementes de seu negócio – para amanhã, o próximo ano, a próxima década, a próxima era. As primeiras manifestações do futuro estão no presente. Você pode descobrir dicas e ideias sobre tendências futuras no próprio ambiente de trabalho, prestando atenção no que as pessoas dizem e na informação disponível em jornais, revistas e na televisão. Pode achar sementes de negócios, inclusive, em coisas às quais as pessoas não prestaram atenção. O futuro pode ser lido no presente. O importante é ser firme e sobreviver, para ser vencedor no final.

Photo by Jakub Kriz on Unsplash

Do livro As Leis da Invencibilidade - Como Desenvolver uma Mente Estratégica e Gerencial (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – Seus mais de 2.200 livros publicados, traduzidos para 28 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

Aprenda a ser uma pessoa cativante

Aprenda a ser uma pessoa cativante

O que vale, para aqueles que a você conhecem, é a essência da sua personalidade. Se a sua imagem não for autêntica – quer seja você uma pessoa comum, um líder, um chefe ou um governante –, a popularidade vai apenas passar na sua frente e desaparecer. Não é tão fácil conquistar a simpatia ou ser cativante.

Uma das qualidades de um líder cativante é a capacidade de se recuperar de situações de desânimo. Numa situação em que pessoas normais ficam deprimidas, decepcionadas, o líder pensa em como se reconstituir e ainda continuar avançando, sem recorrer à autopiedade, à autocompaixão. Quem fica arrastando sentimentos negativos por muito tempo, basicamente não está pensando nos outros. Não é possível ter um coração sombrio e radiante ao mesmo tempo. Combata o negativo com o positivo.

Outra ação necessária para se tornar uma pessoa cativante é adotar medidas contra a inveja e o complexo de inferioridade. Faça um esforço para abrir caminhos. Quanto menos uma pessoa se empenha para se lapidar e se erguer, mais ela culpa os outros pelo seu próprio fracasso. Já com relação ao sucesso conquistado, é genuíno quando a pessoa percebe a influência daqueles ao seu redor. Dê mais crédito aos outros, reduzindo seu mérito. Isso é humildade. Seja humilde, mesmo quando estiver perseguindo um grande sonho. Conciliando esses dois lados, você se tornará uma pessoa cativante.

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Do livro As Leis da Missão - Desperte Agora para as Verdades Espirituais (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

A mente é o volante que dirige sua vida

A mente é o volante que dirige sua vida

Há uma tendência, nos dias de hoje, especialmente no meio científico e acadêmico, de se considerar o cérebro apenas como uma máquina. É a visão mecanicista do ser humano. É uma ideologia que nega a maneira de pensar que considera a mente, a alma ou a existência do outro mundo. Há indivíduos que pensam que a mente não existe, ou que ela é algo que podemos modificar, como se fosse uma tarefa no computador, em que basta digitar uma nova instrução para alterá-la. Para eles, as questões emocionais do bem ou do mal não existem.

Com o poder da mente, diversas coisas podem sofrer mudanças, como a forma de perceber o passado, o presente, os relacionamentos interpessoais e o futuro. Você não deve aceitar as afirmações veementes de pessoas que lhe dizem: ‘Não há mais jeito para você. Acabou’. Não tenha pensamentos condicionados ao que dizem os outros. Pense que há oportunidades para qualquer pessoa. Use o seu tempo de vida com sabedoria.

O ser humano é capaz de transformar tudo com o poder do pensamento. Não reconhecer que a mente existe é como viajar num carro sem volante. Seria horrível conduzir um carro tendo só o acelerador e o freio. Só é possível controlar um veículo graças ao volante. Há pessoas que acham que esse volante não existe e outras que não sabem que elas mesmas podem manejá-lo. Manter o volante reto, seguindo o ‘caminho do meio’, evitará batidas à esquerda ou à direita.

Photo by Clem Onojeghuo on Unsplash

Do livro As Leis da Missão - Desperte Agora para as Verdades Espirituais (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

Pratique a oração, mas faça a sua parte!

Pratique a oração, mas faça a sua parte!

Sabemos o quanto é importante fazer um mergulho diário em nosso interior por meio da meditação. Ela nos traz equilíbrio, nos ajuda a descobrir a verdade e nos aproxima de Deus. É uma espécie de conversa com nós mesmos e com Deus, que deve nos encher de forças para realizarmos muitas boas obras e ajudar aos que nos cercam.

Em seu livro Convite à Felicidade*, o mestre Ryuho Okawa nos deixa um precioso conselho. A oração é algo muito importante, mas isso não significa que devemos contar apenas com a intervenção divina para resolver nossos problemas. É mais do que natural orar quando enfrentamos situações desafiadoras e nos sentimos desesperados. Na realidade, a oração é uma parte essencial da prática da meditação que mantém nossa mente em atenção plena, necessária para se alcançar paz espiritual e iluminação. Mas, para concretizar nossas intenções e pedidos nas orações, precisamos fazer tudo o que for possível.

Ao examinar os passos positivos que podemos dar para melhorar nossa situação atual, conseguimos nos manter no presente e evitar pensamentos de lamentações sobre o passado, como: “Se eu tivesse feito isso…” ou “Se aquilo não tivesse ocorrido…” Concentrar-nos no nosso potencial no presente serve para nos lembrar de que, mesmo em tempos de adversidade, sempre há algum tipo de ação positiva ao nosso alcance.

Em períodos difíceis, conseguimos aumentar ainda mais nossa força nos perguntando sempre o que podemos fazer pelos outros – família, escola, amigos, comunidade e sociedade. As contribuições que fazemos aos outros, enquanto seguimos adiante com nossa vida, permitem que nossa alma cresça verdadeiramente.

Vamos praticar a oração e realizar boas obras em casa, no trabalho, em todo lugar. Quanto mais nos conscientizarmos do poder que possuímos para cumprir nosso propósito, mais seremos capazes de aumentar o amor e a luz neste mundo. E o mundo está realmente precisando de mais luz e mais amor.

Photo by Ben White on Unsplash

Do livro Convite À Felicidade - 7 Inspirações do Seu Anjo Interior (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

Todo fracasso pode ser uma ponte para o sucesso

Todo fracasso pode ser uma ponte para o sucesso

A adversidade é dolorosa. A chave para superá-la é não se menosprezar nem permitir que pensamentos negativos tomem conta da nossa mente. É importante fazer um esforço constante e firme para superar as dificuldades. E mesmo que o sucesso não seja alcançado, o destino sempre nos abrirá outras portas. Algumas situações irão se esclarecer ainda durante nossa vida na Terra, outras ficarão ocultas até deixarmos este mundo. O esforço para vencer as adversidades nunca será inútil.

Mesmo no plano estritamente material, a maior parte dos aprendizados da vida não vem do sucesso, mas dos fracassos. Na verdade, algumas das mais ricas sementes de criatividade e progresso estão ocultas nos erros e nas falhas. A maior parte dos sucessos ocorre logo após alguma decepção. Momentos de insucesso permitem eliminar o que não funciona bem. Com isso, reduzimos as chances de passar pela mesma decepção duas vezes.

Toda experiência que não termina em sucesso é uma valiosa oportunidade para aprender, refletir e se aprimorar. Descobriremos por que não fomos capazes de ter sucesso e o que foi que faltou – capacidade, competência, visão do conjunto, ação no momento certo ou circunstâncias particulares. Quanto mais elevados forem nossos ideais e aspirações, maiores as adversidades que teremos de enfrentar e maior o número de erros que estaremos sujeitos a cometer.

Nessa caminhada, o segredo é perguntar sempre: “Que lição eu tiro disso?”. Quando tiver a resposta, o ideal é aplicar o que descobrimos nas nossas próximas tentativas. O grande problema não é errar, mas permanecer no erro. Aliás, somente erra quem tenta, quem trabalha, quem persegue metas.

Do livro Convite À Felicidade - 7 Inspirações do Seu Anjo Interior (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

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