A mentira corrói os valores da sociedade

A mentira corrói os valores da sociedade

Há a Verdade que é Deus e a verdade que é uma das grandes virtudes do ser humano, construída pela integridade, retidão e transparência na convivência de cada um com as pessoas que o cercam. Vivemos uma época de mentiras e falsidades e enfrentamos sério risco de termos toda uma geração marcada por essa falta de transparência nos relacionamentos humanos. Escondida nos mais diversos interesses políticos, econômicos e ideológicos de nosso tempo, a mentira vai corroendo os valores da sociedade, como uma mancha de poluição que rouba a pureza de um rio ou a beleza de uma paisagem.

A mentira é um câncer que está contaminando todas as áreas, tanto na esfera pública como privada e não apenas em nosso país. Basta olhar como está avançando a desconfiança entre as nações e em relação ao comportamento de muitos governantes. Está cada vez mais difícil para nossos jovens e nossas crianças acreditar nas boas intenções dos que deveriam dar o exemplo de retidão em todas as decisões. Os interesses de muitas nações e de seus povos estão sendo substituídos por ambições pessoais ou de alguns grupos, gerando guerras, destruição, pobreza, desemprego, fome e ondas de refugiados.

“Não haveria nenhum conflito se todos tivessem melhor compreensão das religiões mundiais e das Verdades de Deus”, diz o autor e líder espiritual japonês Ryuho Okawa em Mensagens do Céu. Em outro de seus livros, As Leis da Missão – Desperte agora para as verdades espirituais, Okawa diz que “o mundo que você acha ser o verdadeiro, não é o verdadeiro. E o mundo do qual você ouviu falar apenas nos contos, lendas e nas religiões, que você acredita ser uma miragem é, na realidade, o verdadeiro mundo”.

No plano humano, percebe-se que a ausência da verdade invade os relacionamentos, não apenas as esferas políticas. É comum ver muitas pessoas deixarem de olhar no rosto umas das outras durante uma conversa – entre marido e mulher, entre irmãos, entre amigos e até entre namorados. É como se cada um, mergulhado em seu universo particular, estivesse com medo de entregar sua verdade ao outro. É pelo olhar sincero que duas almas se comunicam. É no olhar, no ouvir mais do que no falar, que conseguimos absorver todas as angústias dos que nos procuram.

A mesma verdade que esperamos de nossos governantes e políticos deve ser cultivada em cada situação de nossas vidas, pelos pais ao falarem com os filhos, pelos filhos ao conversarem com os pais, pelo empresário ou executivo ao explicar suas estratégias e sua política salarial aos funcionários, pelos sindicatos em suas reivindicações aos patrões, pelo vendedor que tenta comercializar seus produtos a um cliente exigente, pelo estudante que inventa uma desculpa por não ter entregado um trabalho ou estudado para uma prova, pelo professor que às vezes é tentado a manipular explicações sobre determinados fatos. Todos falam que querem a verdade, mas, muitas vezes, preferem se enganar com a mentira. Uma sociedade comprometida com a verdade e com a transparência terá mais justiça social e será mais feliz e sadia. A tentação de mentir deve ser combatida com determinação, embora ela sempre tenha estado presente ao longo da história.

Photo by Amanda Dalbjörn on Unsplash

Do livro Mensagens do Céu (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

Do livro As Leis da Missão - Desperte Agora para as Verdades Espirituais (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

A felicidade brota do ato de perdoar e servir

A felicidade brota do ato de perdoar e servir

Há duas grandes vertentes que podem tornar nossa vida mais feliz – uma jorra no plano material; outra, no plano espiritual, nasce dentro do nosso ser, na dimensão infinita de nossas almas e de nossos corações. É a felicidade que brota do ato de perdoar e servir. A primeira vertente é composta de bens finitos, que duram enquanto durar nossa caminhada neste mundo; a segunda nos transporta para um patamar de realização que a primeira jamais conseguirá nos proporcionar.

Mesmo assim, a realização no plano material não pode ser descartada, apenas deve ser canalizada para que seu potencial abra caminho para voos mais altos. Nesse plano, junto aos anseios de felicidade, não podemos ignorar que o sofrimento, os desafios, as lutas, as doenças, as privações, as depressões e as carências materiais são inerentes à nossa condição de seres humanos, mas com a consciência de que fomos feitos para a felicidade, tanto nesta vida como na eternidade.

É natural que busquemos a felicidade em coisas materiais – numa boa educação e formação, em um emprego bem remunerado, em uma casa nova, num carro do ano, em uma viagem dos sonhos, em um celular ou computador de última geração. São ambições justas que, sem a marca do consumismo que ameaça esgotar os recursos naturais, alimentam a indústria e o comércio que garantem o desenvolvimento da comunidade, do país e do mundo.

Em um degrau acima, está a felicidade que cada um de nós tenta conquistar por meio de seus relacionamentos, seja em família, entre namorados, no trabalho, na escola, na universidade e, em especial, nas diversas comunidades religiosas que, pela fé, indicam caminhos a seguir. É nesses relacionamentos que cada pessoa, dependendo de seu caráter e dedicação, pode descobrir a dimensão maior da felicidade que brota de um ato de perdão e de serviço ao próximo.

“Ama teu próximo como a ti mesmo” e “Eu vim para servir, não para ser servido” foram, talvez, as duas frases mais importantes proferidas por Jesus Cristo há mais de dois mil anos. Marcaram o crescimento do mundo cristão e, apesar dos muitos erros cometidos ao longo da história, embasaram sua permanente preocupação com a construção de um mundo mais justo, onde todos tenham as mesmas oportunidades e direitos.

“A vida é uma sequência contínua de batalhas”, afirma o mestre Ryuho Okawa em “As Leis da Invencibilidade – Como desenvolver uma mente estratégica e gerencial” (IRH Press do Brasil). “Todas as decisões ou ações resultam em vitórias ou derrotas. A vida tem felicidades e infelicidades. As organizações e sociedades passam por fases boas e más. As nações enfrentam constantes mudanças, altos e baixos, períodos felizes e infelizes. De certo modo, são essas as batalhas da vida. As decisões cruciais que tomamos e as ações que empreendemos nos momentos decisivos têm desfechos que determinam nossa felicidade ou infelicidade”, diz mestre Okawa.

E quais seriam esses momentos decisivos? Podem estar nos vários patamares do que seja uma vida feliz, mas, acima de tudo, estão no perdoar e no servir, na dimensão espiritual de nossas vidas. Se você ainda não experimentou, tente viver a experiência do perdão. Abrace o filho que o magoou. Peça desculpas por ofensas feitas no calor de uma discussão. Converse com o chefe de departamento que o ofendeu e não valorizou seu talento. Dê um beijo no namorado que traiu suas expectativas. O ser humano renasce quando, de forma incondicional, perdoa e pede perdão. E experimenta uma felicidade indescritível quando decide colocar sua vida a serviço dos outros.

Sinta o prazer de, com amor, levar um idoso de seu prédio ao médico ou um vizinho ao pronto-socorro; de ajudar o cego a atravessar a rua; de empurrar a cadeira de rodas de um portador de necessidades especiais por uma calçada esburacada; de “perder” duas horas dando atenção a um jovem angustiado e mergulhado em problemas; ou simplesmente de sorrir e dizer um obrigado ao porteiro, ao ascensorista, à faxineira, ao motorista do ônibus e para todos que encontrar.

É óbvio que não podemos esquecer de outras ações e compromissos exigidos pela vida em comunidade, na família e no trabalho. Mas são as pequenas ações, emolduradas em amor, que nos tornam fortes e alimentam nossa alma. Estejamos conscientes de que todo o esforço e, por vezes, sofrimentos exigidos no serviço ao próximo valem a pena. São alívio e satisfação profunda. Sofrer sem utilidade, sem a dimensão espiritual do servir, é duplo sofrimento, que gera desilusão e muitas vezes depressão. Experimente o quanto o perdão e a dedicação ao bem dos outros são fontes de perene felicidade.

Photo by Priscilla Du Preez on Unsplash

Do livro As Leis da Invencibilidade - Como Desenvolver uma Mente Estratégica e Gerencial (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – Seus mais de 2.200 livros publicados, traduzidos para 28 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

Sob o bombardeio de informações

Sob o bombardeio de informações

Vivemos em um mundo conectado, em que a tecnologia nos permite saber de tudo em tempo real – estar a um só tempo em contato virtual com dezenas de pessoas, acessar estudos em bibliotecas e portais, assistir vídeos, ler jornais e revistas do Brasil e do exterior. A cada segundo somos instigados a responder a uma chamada, a atender a um pedido, a ouvir um desabafo, a compartilhar sucessos de pessoas fisicamente ausentes. Mesmo sozinhos, ouvimos sons de todos os lados. É como se estivéssemos vivendo dentro de uma caixa de surpresas, perto de tudo, mas distantes de todos. Foi-se o tempo em que somente éramos ‘importunados’ pelo telefone.

Em casa, no escritório ou no carro vivemos sob o bombardeio constante de informações e de convites ao hedonismo sobre o qual está baseado o mundo moderno. Quando todos podem falar, escrever e produzir imagens, fica difícil ouvir, ler e escolher. Mergulhados nesta nova realidade, como podemos nos manter equilibrados, operantes e produtivos? Convenhamos, não é nada fácil, já que não acompanhar o que circula ao nosso redor pode resultar em isolamento na família, entre amigos e no ambiente de trabalho. E mais difícil: como separar o aproveitável do descartável nessa floresta de surpresas? E como nos manter pessoas e profissionais criativos, críticos e independentes – ou estudantes concentrados nos estudos e na própria formação?

Este é o novo mundo em que vivemos, marcado pela instantaneidade, mudanças constantes, cobranças crescentes e falta de tempo para dar conta de todas as demandas. O grande risco é virarmos ‘baratas tontas’, perdermos o rumo, indo de um lado para outro sem saber aonde queremos chegar, como se fôssemos escravos das tecnologias que nos envolvem ou que carregamos nas mãos.

Mais do que nunca, precisamos parar, ficar uma parte do dia em silêncio, reavaliar nossos passos e condutas e criar uma estratégia para nossas vidas, tendo como norte a conquista da felicidade através do equilíbrio interior e a da vivência de uma vida positiva. Não podemos perder o rumo e desperdiçar tempo precioso. É vital definir um plano de vida de longo prazo que vai nos ajudar a alcançar um grande objetivo, planejando cada passo e as táticas que usaremos para concretizá-lo. Sejamos objetivos: é impossível agir assim se não nos abstrairmos dos ruídos que a cada minuto nos atacam de todos os lados.

O pensamento estratégico é uma parte importante da vida. Vale para o estudante que busca uma sólida formação, para o jovem que está na fase de decidir que profissão quer abraçar, para o executivo ou empresário que tem como principal missão fazer a empresa crescer, para o funcionário que busca se firmar na carreira, para os namorados que se preparam para formar uma família, para os pais e mães que se preocupam com a educação dos filhos e a manutenção da casa.

“Seremos gratos a nós mesmos no futuro se dedicarmos algum tempo agora para definir o curso da ação que queremos seguir e onde desejamos estar nas décadas que temos à frente”

diz Ryuho Okawa, líder espiritual japonês, em As Leis da Invencibilidade – Como desenvolver uma mente estratégica e gerencial”. Qual é o grande sonho que você quer realizar na vida? Desenhe a grande estratégia para torná-lo realidade e defina as táticas que irão ajudá-lo a consolidar seu plano, aconselha o autor.

Tenha claro que “nossa vida é uma cadeia formada pelos muitos ‘sins’ e ‘nãos’ que devemos dizer ao longo do caminho. Cada pequena decisão liga-se a todas as outras pequenas decisões, para criar nossa cadeia única de sucessos ou erros. Tomamos decisões todos os dias, para dizer sim ou não ou para ver as coisas de maneira positiva ou negativa. Nossa vida irá se encaminhar de acordo com nossa capacidade de tomar as decisões certas a respeito de cada problema que surgir à nossa frente” (de As Leis da Invencibilidade).

É importante saber o que acontece ao nosso redor e fazer bom uso de tudo o que a tecnologia da informação nos oferece. Mas, sem perder o foco. Esta é uma preocupação e uma tendência que ganham força entre educadores preocupados com a falta de concentração dos estudantes e em muitas empresas, onde o acesso às mídias sociais já é controlado.

Para nos manter no rumo certo, preservando o equilíbrio interior, é vital administrar bem o nosso tempo. O relógio da vida não anda para trás. Saibamos deixar de lado o supérfluo. Fiquemos com o essencial.

Photo by Isabell Winter on Unsplash

Do livro As Leis da Invencibilidade - Como Desenvolver uma Mente Estratégica e Gerencial (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – Seus mais de 2.200 livros publicados, traduzidos para 28 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

História de lobos

História de lobos

Certa vez, li que um velho índio foi questionado sobre seus conflitos internos. Pensativo e fumando seu cachimbo, ele confidencio:

“Dentro de mim existem dois lobos – o lobo do ódio e o lobo do amor. Ambos disputam o poder dentro de mim”. Um jovem da tribo pergunta: “E qual lobo vence?” O índio, sem pestanejar, responde: “Aquele que eu alimento.”

Vivemos tempos difíceis, marcados por conflitos entre nações, por radicalismos religiosos que derramam legiões de refugiados, por crises econômicas sem fim. No início de setembro, a humanidade ficou chocada diante do corpo do menininho sírio refugiado, Aylan Kurdi, carregado por um policial turco no balneário de Bodrum, no mar Egeu. O ser humano parece assustado com a falta de rumos, com a violência que o cerca, incapaz de seguir o caminho correto, com ética, moral e nobres sentimentos.

A tecnologia digital avança mais do que nossa capacidade de absorvê-la e nos arrasta para um mundo virtual ainda vulnerável. Isso parece nos tolher a capacidade de meditar, de ver a realidade, de descobrir a verdade e de definir nossos caminhos. Há poucas lideranças, civis e religiosas, aptas a ver a planície do alto da montanha e com carisma para apontar soluções seguras para suas nações e para a humanidade como um todo.

O lobo do ódio parece estar sendo melhor alimentado do que o lobo do amor – do amor puro, sincero e verdadeiro, capaz de apontar novos rumos para a humanidade, para nosso país, nosso estado, nossa cidade, nossa família e para cada um de nós.

O amor verdadeiro, fonte de felicidade, é acima de tudo doação, entrega. Em seu livro Mensagens do Céu, o mestre Ryuho Okawa, fundador do movimento religioso Happy Science, diz que “amar as pessoas, nutri-las e perdoá-las envolve uma abordagem ativa de nossa parte, sem pensar em qualquer retorno”. É uma forma de altruísmo, sentimento que parece esquecido em nossos dias.

A revolução do amor deve partir de dentro de nós. E o ponto de partida é a descoberta de que a verdadeira felicidade está mais no ato de “fazer” algo pelos outros do que na insaciável expectativa de ser amado. Tiremos um tempinho e tentemos recordar as vezes em que amamos alguém de verdade, ou pelo menos as vezes em que tentamos amar e ajudar alguém. Recordemos também o quanto os outros já fizeram por nós – toda a ajuda e carinho recebidos dos pais, dos amigos, dos professores.

Nós vamos nos surpreender com este “balancete do amor”, em que teremos muito mais créditos recebidos do que repassados aos que nos cercam. Provavelmente perceberemos que boa parte do vazio que nos atormenta está no egoísmo que cultivamos. Um “balancete do amor” bem feito nos levará a um profundo arrependimento pela maneira como temos vivido. Perceberemos que, talvez, precisemos nos tornar uma nova pessoa. E, aos poucos, entenderemos que deve haver “uma felicidade muito superior àquela que estamos buscando, apenas satisfazendo nossas vontades”.

Ainda em Mensagens do Céu, Ryuho Okawa nos diz que “o autodesenvolvimento no sentido verdadeiro ocorre quando semeamos uma parte de nossa alma, espírito, mente ou coração nos outros. É influenciar as pessoas de forma positiva pela sua maneira de viver ou de pensar. Em geral, pensamos que perdemos alguma coisa quando damos, e que ganhamos algo quando recebemos. Mas, de uma perspectiva espiritual, quanto mais damos, mais crescemos. O verdadeiro caminho para o autoaprimoramento não está em defender nossos interesses. A verdadeira felicidade só pode ser encontrada quando compreendemos nosso verdadeiro valor como seres humanos e nos colocamos a serviço dos outros”. Alimentemos diariamente o lobo do amor que vive em nós.

Do livro Mensagens do Céu (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

Redefina o valor da sua Família

Redefina o valor da sua Família

A família e os pilares que a sustentam sofreram fortes abalos a partir de meados do século 20. Alguns deles foram determinantes e necessários para torná-la mais transparente, autêntica, para a preservação de seus valores e para mantê-la, como sempre foi chamada, um “ninho de amor” e porto seguro contra as inevitáveis tempestades da vida.

No afã de acumular dinheiro e riquezas, muitas vezes você pode se esquecer da importância que a família ocupa em sua vida. É nela que está quem mais o ama – a pessoa a quem se uniu, os filhos, pais, avós, tios, sobrinhos, primos.

É muito importante termos determinação para conquistar o sucesso e construir uma carreira bem-sucedida. Devemos, sim, buscar sempre o melhor e construir uma poupança para nossa velhice e para a boa educação de nossos filhos. O autor japonês Ryuho Okawa, que acaba de lançar As Leis da Invencibilidade, diz que nem sempre o sucesso garante a felicidade. Por isso, devemos nos esforçar para que sucesso e felicidade andem juntos.

Muitos homens de negócios deixam de dar a devida atenção à felicidade de sua família e se esforçam apenas para progredir na carreira. É preciso manter uma vida de equilíbrio, ter aspirações nobres e trilhar o caminho do meio – nem sacrificando a felicidade pessoal e a dos que nos cercam em nome do sucesso, nem tendo uma atitude radicalmente oposta, ou seja, abrindo mão do sucesso por julgar que isso garantirá a felicidade da família.

Quando falamos em caminho do meio, falamos em uma vida de equilíbrio entre o tamanho de nossa dedicação à carreira ou à empresa em que trabalhamos e o tamanho de nossa dedicação à família, aos cuidados com nossa saúde e educação, sem nos esquecer de investir no desenvolvimento de nossa própria espiritualidade. Felicidade é viver a vida em todas as suas dimensões e em sua plenitude.

Essa consciência se torna mais forte quando, afetados por crises, nos voltamos para nossa vida privada, reavaliamos nossas condutas materialistas e a avidez pela riqueza ou poder, e nos voltamos mais para valores religiosos. Com o tempo, como diz Okawa, “as pessoas ficam mais introspectivas e começam a sentir que deveriam colocar um freio em sua ambição”. Ele observa que, com menos dinheiro para gastar com amigos e compromissos, naturalmente cresce a convivência com a família e a redescoberta de seus valores.

“Essa mudança pode proporcionar lições importantes. Assim como as pessoas somente dão o devido valor à saúde quando adoecem, os workaholics podem transformar o período de recessão em oportunidade para refletir sobre a vida que têm levado”, diz o mestre. O foco para uma vida baseada em valores interiores, deixando para trás uma vida de ostentação e extravagâncias, ajudará na compreensão do verdadeiro valor da espiritualidade e na redescoberta dos valores familiares.

Um dos três últimos desejos de Alexandre Magno (rei da Macedônia, 356-323 aC.) expressos pouco antes de sua morte, foi o de ser levado ao cemitério onde seria enterrado com as mãos estendidas para fora do caixão – para que as pessoas soubessem que viera ao mundo de mãos vazias e que de mãos vazias sairia, mesmo depois de suas vitórias militares e grandes conquistas.

Verdade ou lenda, o episódio confirma que devemos sempre lutar para buscar o sucesso, mas com a consciência de que somente levaremos desta vida as riquezas espirituais que acumularmos, em especial o amor e a felicidade que tivermos compartilhado com nossa família e com as que pessoas com as quais convivemos. É também a mais valiosa herança que deixaremos.

Do livro As Leis da Invencibilidade - Como Desenvolver uma Mente Estratégica e Gerencial (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – Seus mais de 2.200 livros publicados, traduzidos para 28 idiomas, já venderam mais de 100 milhões de exemplares no mundo todo.

Tenha Fé, Jesus Ressuscitou

Tenha Fé, Jesus Ressuscitou

Acabamos de comemorar a Páscoa, a passagem. Para os cristãos, que acreditam na ressurreição de Jesus, é a passagem da morte para a vida, a certeza de que estamos neste mundo como viajantes com destino a uma vida eterna de felicidade. Se Jesus, que nos deixou sua doutrina de amor, não tivesse ressuscitado, “vã seria a nossa pregação, vã seria a vossa fé”, nos diz o apóstolo Paulo.

Jesus se tornou hoje, para muitos, apenas um médico que cura tudo; ou um filósofo, com uma doutrina muito bonita; para outros tantos, um mito que precisa ser esquecido. Para aqueles, porém, que experimentam sua presença e acreditam na ressurreição como vitória sobre a morte, “Jesus é o Messias, o Filho do Deus vivo”. Para os judeus, a Páscoa (Pessach) é a festa que celebra a libertação do povo hebreu do cativeiro no Egito.

Foi a partir da ressurreição que os apóstolos e os primeiros cristãos começaram, de fato, a acreditar em Jesus e na sua obra de redenção e salvação. Com sua vitória sobre a morte, Ele dá sentido às nossas vidas, à nossa caminhada neste “vale de lágrimas”, onde enfrentamos tanta dor e sofrimento. Como Ele, nós também ressuscitaremos e viveremos eternamente. Sabemos que Ele morreu na Cruz para nos resgatar para a verdadeira vida de fé. Sabemos que Ele derramou todo o seu sangue, até a última gota, para sedimentar essa nossa fé no Criador – “vinde a mim que eu vos levarei ao Pai”.

Como são profundas e como nos tocam as mensagens deixadas por Jesus há mais de dois mil anos. Suas palavras permanecem vivas e atuais. Ele disse ser “o caminho, a verdade e a vida”, disse que veio até nós para servir, não para ser servido e que os últimos serão os primeiros. Ao afirmar que é mais fácil um camelo passar pelo buraco de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus, ele não condenou a busca da prosperidade e o enriquecimento, mas nos ensinou que devemos colocar nossos bens materiais a serviço de Deus e do próximo.

Acima de tudo, Jesus se mostrou imensamente misericordioso diante de nossos erros e fraquezas. Com a mesma intensidade com que nos perdoa, Ele pede que perdoemos a quem nos tem ofendido. Duas de suas mensagens revelam toda a dimensão de seu amor: amai-vos uns aos outros como eu vos amei; ama a teu próximo como a ti mesmo.

O mestre japonês Ryuho Okawa, em seu livro Mensagens do Céu, nos apresenta a dimensão do amor divino e do perdão.

“A origem de nossa capacidade de perdoar é claramente o autoconhecimento. Quando fazemos uma reflexão profunda a respeito das nossas ações, percebemos que não temos o direito de criticar os outros. E quando praticamos o perdão, perdoamos não somente os outros, mas também a nós mesmos e pedindo o perdão de Deus. As ações que nascem do amor são verdadeiramente belas. O ódio não só causa dano aos outros, mas também profana nossa sagrada natureza divina. Portanto, devemos abandonar todo o ódio existente em nós. Neste mundo de pessoas tão diversas, é impossível controlar todas elas do jeito que queremos. Mesmo Deus, o Todo Poderoso, nunca impõe Suas preferências a ninguém. Deus nos dá liberdade para pensar por nós mesmos, falar com nossas próprias palavras e agir de acordo com a nossa vontade. Mesmo que nos comportemos de um modo que Deus não aprove, ou que adotemos uma maneira de pensar que desagrade, Ele nos perdoa por esses erros; Se Deus perdoa os pecadores, que direito teríamos de julgá-los? Não temos nenhum direito de julgar os outros. Detestamos ser julgados, portanto jamais devemos julgar os outros. Nunca devemos considerar qualquer pessoa como má, nem classificá-la como incorreta.”

Levemos desta Páscoa a grande mensagem de amor de Jesus. Ele entregou sua vida por nós e ressuscitou, alicerçando a nossa fé. Ele tudo compreende e, em sua misericórdia infinita, tudo perdoa. Ele nos ama.

Do livro Mensagens do Céu (IRH Press do Brasil), do mestre Ryuho Okawa, fundador da Happy Science – movimento que apresenta a chave da verdadeira felicidade às pessoas de todos os países, raças e crenças, pregando a criação de um mundo de paz através da inovação espiritual, educacional e política.

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